Estudantes da comunidade em Português(Visível só para estudantes)

ESCOLA DO QUARTO CAMINHO

Bem-vindo ao Beperiod

Centro de São Paulo

A comunidade em Português do Beperiod agora possui um centro físico em São Paulo. Contate-nos para participar de um workshop introdutório físico.

Trabalho atual

O coração visto por sua natureza

Nosso agricultor solicitou auxílio para colher os cachos de uva e pisoteá-los numa cuba. A colheita da uva simboliza o trabalho nas emoções. Durante este trabalho, observaremos como o nosso coração funciona de acordo com sua natureza. Aqui, encontraremos alguns dos maiores vazamentos de energia, e as raízes de muitos de nossos padrões habituais. Vamos focar em três vazamentos primários associados com o mundo de nossas emoções: identificação, negatividade e consideração interna.

Embora a identificação não seja fruto exclusivamente do coração, ela possui sempre um elemento emocional: algo nos atrai ou nos repele. Cada um de nós possui uma identificação favorita, da qual é relutante em se desprender, e esse trabalho é uma oportunidade para descobrir e questionar estes apegos pessoais. Quais os pensamentos que consomem nosso tempo? Quais assuntos nos tiram a atenção? Em quais circunstâncias usamos uma linguagem excessivamente forte, em que buscamos reforçar os argumentos com adjetivos como “muito”, “incrivelmente”, “totalmente”? Uma linguagem exagerada é um sintoma clássico de identificação.

Usamos a linguagem mais pesada quando se trata de expressar emoções negativas. É aí que ocorrem também os maiores vazamentos de energia do nosso cosmo. Este momento é uma oportunidade para revermos nossas emoções negativas habituais e classificá-las. Para isso, é preciso resistir à sua expressão, pois de outra forma não poderemos observá-las. Perceba também que apenas as emoções negativas mais óbvias se manifestam exteriormente; muitas emoções negativas sutis se manifestam internamente, quando nossas mentes remoem contas que nossos corações produziram com os outros. Estes também são vazamentos que devem ser identificados e sanados.

Remoer contas com outras pessoas nos leva ao terceiro maior produtor de desperdício do nosso centro emocional: a consideração interna, ou identificação com as pessoas. Este é o hábito de ficar demasiadamente preocupado com o modo como os outros nos veem. Se deixado sem qualquer observação, uma grande quantidade de tempo e de preocupação é desperdiçada com os embaraços emocionais ligados ao que os outros pensam de nós.

Nossa tarefa é observar esses vazamentos de forma imparcial, como se estivéssemos estudando outra pessoa. Um esforço prematuro para mudar o que observamos sem que haja uma plena compreensão daquilo que estamos observando resulta em supressão. O objetivo do trabalho com as emoções não é suprimir, mas transformar. Para isso, devemos primeiro observar imparcialmente. Isto irá estabelecer as bases para o embate com a identificação, porque se observarmos nossos momentos de sono de forma imparcial, a parte em nós que observa já está despertando. A transformação será o trabalho do mês que vem, quando trabalharemos em refinar a uva em vinho.

Próximo workshop

Identificação

Identificação

A colheita da uva simboliza o trabalho nas emoções. Durante este mês, observaremos como nosso coração funciona naturalmente. Aqui encontramos alguns dos maiores vazamentos de energia e as raízes de muitos dos nossos padrões habituais. Vamos concentrar o nosso primeiro workshop de setembro em um desses vazamentos, ou seja, “identificação”. Apresentaremos a teoria por trás dessa manifestação e estabeleceremos a base para observá-la na prática.

Qual é o objetivo desta comunidade?

Instruir aqueles que procuram uma consciência mais elevada, revisitando antigos ensinamentos do ponto de vista do Quarto Caminho.

Trabalho atual

O coração visto por sua natureza

Nosso agricultor solicitou auxílio para colher os cachos de uva e pisoteá-los numa cuba. A colheita da uva simboliza o trabalho nas emoções. Durante este trabalho, observaremos como o nosso coração funciona de acordo com sua natureza. Aqui, encontraremos alguns dos maiores vazamentos de energia, e as raízes de muitos de nossos padrões habituais. Vamos focar em três vazamentos primários associados com o mundo de nossas emoções: identificação, negatividade e consideração interna.

Embora a identificação não seja fruto exclusivamente do coração, ela possui sempre um elemento emocional: algo nos atrai ou nos repele. Cada um de nós possui uma identificação favorita, da qual é relutante em se desprender, e esse trabalho é uma oportunidade para descobrir e questionar estes apegos pessoais. Quais os pensamentos que consomem nosso tempo? Quais assuntos nos tiram a atenção? Em quais circunstâncias usamos uma linguagem excessivamente forte, em que buscamos reforçar os argumentos com adjetivos como “muito”, “incrivelmente”, “totalmente”? Uma linguagem exagerada é um sintoma clássico de identificação.

Usamos a linguagem mais pesada quando se trata de expressar emoções negativas. É aí que ocorrem também os maiores vazamentos de energia do nosso cosmo. Este momento é uma oportunidade para revermos nossas emoções negativas habituais e classificá-las. Para isso, é preciso resistir à sua expressão, pois de outra forma não poderemos observá-las. Perceba também que apenas as emoções negativas mais óbvias se manifestam exteriormente; muitas emoções negativas sutis se manifestam internamente, quando nossas mentes remoem contas que nossos corações produziram com os outros. Estes também são vazamentos que devem ser identificados e sanados.

Remoer contas com outras pessoas nos leva ao terceiro maior produtor de desperdício do nosso centro emocional: a consideração interna, ou identificação com as pessoas. Este é o hábito de ficar demasiadamente preocupado com o modo como os outros nos veem. Se deixado sem qualquer observação, uma grande quantidade de tempo e de preocupação é desperdiçada com os embaraços emocionais ligados ao que os outros pensam de nós.

Nossa tarefa é observar esses vazamentos de forma imparcial, como se estivéssemos estudando outra pessoa. Um esforço prematuro para mudar o que observamos sem que haja uma plena compreensão daquilo que estamos observando resulta em supressão. O objetivo do trabalho com as emoções não é suprimir, mas transformar. Para isso, devemos primeiro observar imparcialmente. Isto irá estabelecer as bases para o embate com a identificação, porque se observarmos nossos momentos de sono de forma imparcial, a parte em nós que observa já está despertando. A transformação será o trabalho do mês que vem, quando trabalharemos em refinar a uva em vinho.

Vídeos

Emoções Negativas

O centro emocional é o mais rápido dos quatro centros inferiores. Isso significa que o controle das emoções é a última barreira antes de penetrar completamente no momento. Aumentamos a nossa capacidade de controlar as emoções, resistindo a expressão da negatividade. Este vídeo tutorial explora o esforço da não expressão e explica o seu papel central na transformação da nossa identidade dos muitos ‘Eu’s para o verdadeiro ‘Eu’.

Trabalho atual

O coração visto por sua natureza

Nosso agricultor solicitou auxílio para colher os cachos de uva e pisoteá-los numa cuba. A colheita da uva simboliza o trabalho nas emoções. Durante este trabalho, observaremos como o nosso coração funciona de acordo com sua natureza. Aqui, encontraremos alguns dos maiores vazamentos de energia, e as raízes de muitos de nossos padrões habituais. Vamos focar em três vazamentos primários associados com o mundo de nossas emoções: identificação, negatividade e consideração interna.

Embora a identificação não seja fruto exclusivamente do coração, ela possui sempre um elemento emocional: algo nos atrai ou nos repele. Cada um de nós possui uma identificação favorita, da qual é relutante em se desprender, e esse trabalho é uma oportunidade para descobrir e questionar estes apegos pessoais. Quais os pensamentos que consomem nosso tempo? Quais assuntos nos tiram a atenção? Em quais circunstâncias usamos uma linguagem excessivamente forte, em que buscamos reforçar os argumentos com adjetivos como “muito”, “incrivelmente”, “totalmente”? Uma linguagem exagerada é um sintoma clássico de identificação.

Usamos a linguagem mais pesada quando se trata de expressar emoções negativas. É aí que ocorrem também os maiores vazamentos de energia do nosso cosmo. Este momento é uma oportunidade para revermos nossas emoções negativas habituais e classificá-las. Para isso, é preciso resistir à sua expressão, pois de outra forma não poderemos observá-las. Perceba também que apenas as emoções negativas mais óbvias se manifestam exteriormente; muitas emoções negativas sutis se manifestam internamente, quando nossas mentes remoem contas que nossos corações produziram com os outros. Estes também são vazamentos que devem ser identificados e sanados.

Remoer contas com outras pessoas nos leva ao terceiro maior produtor de desperdício do nosso centro emocional: a consideração interna, ou identificação com as pessoas. Este é o hábito de ficar demasiadamente preocupado com o modo como os outros nos veem. Se deixado sem qualquer observação, uma grande quantidade de tempo e de preocupação é desperdiçada com os embaraços emocionais ligados ao que os outros pensam de nós.

Nossa tarefa é observar esses vazamentos de forma imparcial, como se estivéssemos estudando outra pessoa. Um esforço prematuro para mudar o que observamos sem que haja uma plena compreensão daquilo que estamos observando resulta em supressão. O objetivo do trabalho com as emoções não é suprimir, mas transformar. Para isso, devemos primeiro observar imparcialmente. Isto irá estabelecer as bases para o embate com a identificação, porque se observarmos nossos momentos de sono de forma imparcial, a parte em nós que observa já está despertando. A transformação será o trabalho do mês que vem, quando trabalharemos em refinar a uva em vinho.

Próximo workshop

Identificação

Identificação

A colheita da uva simboliza o trabalho nas emoções. Durante este mês, observaremos como nosso coração funciona naturalmente. Aqui encontramos alguns dos maiores vazamentos de energia e as raízes de muitos dos nossos padrões habituais. Vamos concentrar o nosso primeiro workshop de setembro em um desses vazamentos, ou seja, “identificação”. Apresentaremos a teoria por trás dessa manifestação e estabeleceremos a base para observá-la na prática.

Créditos de vídeo: Cinegrafista em Roma: Ollie Green | Cinegrafista no Brasil: Israel Menezes | Design das marionetes: Mayra Monserrat

Como funciona esta escola do Quarto Caminho?

TRABALHOS DO MÊS

Nós seguimos um ensino estruturado chamado "Trabalhos do Mês". Um paralelo é traçado entre a agricultura e o cultivo da consciência. Assim como um agricultor atenderia a diferentes aspectos de sua terra a cada mês, o mesmo acontece com um estudante do Quarto Caminho atendendo a diferentes aspectos de sua psicologia. Isso oferece uma estrutura unificada para todos os estudantes, permitindo a flexibilidade suficiente para que cada um se concentre em seus desafios e necessidades específicas.

(Se você ainda não o fez, assista o vídeo introdutório sobre os Trabalhos do Mês)

WORKSHOPS ONLINE, GRUPOS E FÓRUNS

As comunidades são divididas por línguas (Inglês, Espanhol, Russo, etc.). Uma vez por semana, cada comunidade se reúne online em um workshop relacionado ao trabalho desse mês. Nesses workshops é transmitido o conhecimento e são estabelecidos exercícios. Ao longo da semana, os estudantes mantêm contato através de grupos de WhatsApp onde compartilham perguntas e observações sobre o trabalho com esses exercícios.

Os estudantes também publicam perguntas e observações em grupos privados neste site e, periodicamente, desenvolvem áreas específicas de trabalho em fóruns dedicados.

REUNIÕES INTERNACIONAIS

BePeriod se reúne internacionalmente duas vezes por ano para reuniões de uma semana em lugares que abrigam vestígios de escolas do Quarto Caminho. Durante esses encontros, visitam-se lugares e os estudantes também se conhecem melhor. À noite incorporamos nossas descobertas em uma peça teatral. Desta forma, vamos além de sermos espectadores passivos e tentamos ativamente experimentar como os ensinamentos antigos foram usados para cultivar a consciência em seus participantes.

O que é o Quarto Caminho?

As três maneiras de desenvolver a consciência correspondem aos três cérebros de nossa psicologia: o corpo, as emoções e a mente. O primeiro caminho traz atenção e disciplina para o corpo, o segundo para as emoções e o terceiro para a mente. Uma escola do Quarto Caminho traz atenção e disciplina para os três cérebros simultaneamente.

Escolas do quarto caminho existiram e existem, assim como as escolas dos três caminhos tradicionais existiram e existem. Mas elas são muito mais difíceis de detectar, porque - ao contrário das outras - não podem ser reconhecidas por uma prática, um método, uma tarefa ou um nome.

Rodney Collin Smith

Créditos de vídeo: Cinegrafista em Roma: Ollie Green | Cinegrafista no Brasil: Israel Menezes | Design das marionetes: Mayra Monserrat

TRABALHOS DO MÊS

Nós seguimos um ensino estruturado chamado "Trabalhos do Mês". Um paralelo é traçado entre a agricultura e o cultivo da consciência. Assim como um agricultor atenderia a diferentes aspectos de sua terra a cada mês, o mesmo acontece com um estudante do Quarto Caminho atendendo a diferentes aspectos de sua psicologia. Isso oferece uma estrutura unificada para todos os estudantes, permitindo a flexibilidade suficiente para que cada um se concentre em seus desafios e necessidades específicas.

(Se você ainda não o fez, assista o vídeo introdutório sobre os Trabalhos do Mês)

WORKSHOPS ONLINE, GRUPOS E FÓRUNS

As comunidades são divididas por línguas (Inglês, Espanhol, Russo, etc.). Uma vez por semana, cada comunidade se reúne online em um workshop relacionado ao trabalho desse mês. Nesses workshops é transmitido o conhecimento e são estabelecidos exercícios. Ao longo da semana, os estudantes mantêm contato através de grupos de WhatsApp onde compartilham perguntas e observações sobre o trabalho com esses exercícios.

Os estudantes também publicam perguntas e observações em grupos privados neste site e, periodicamente, desenvolvem áreas específicas de trabalho em fóruns dedicados.

REUNIÕES INTERNACIONAIS

BePeriod se reúne internacionalmente duas vezes por ano para reuniões de uma semana em lugares que abrigam vestígios de escolas do Quarto Caminho. Durante esses encontros, visitam-se lugares e os estudantes também se conhecem melhor. À noite incorporamos nossas descobertas em uma peça teatral. Desta forma, vamos além de sermos espectadores passivos e tentamos ativamente experimentar como os ensinamentos antigos foram usados para cultivar a consciência em seus participantes.

Como foi criada a pirâmide?

Nós dividimos a evolução da consciência do homem em tópicos e os distribuímos em uma pirâmide para transmitir a sua importância variada e a relação entre eles.

A Pirâmide é dividida em cinco níveis: a percepção da consciência não desenvolvida do homem na base, a auto-observação necessária para desenvolver sua consciência acima disso e as disciplinas que possibilitam o seu desenvolvimento no topo. O topo da pirâmide anuncia o homem consciente, um homem que é capaz de ser ele mesmo, capaz de ser consciente, capaz de “Ser”.

Todos os ensinamentos antigos expressaram esta evolução consciente do homem de uma maneira alegórica, simbólica ou literal. Esta pirâmide sintetiza essas expressões num todo unido.

Budismo

O primeiro nível da pirâmide é baseado em um episódio da vida do príncipe Sidarta chamado “A Grande Partida.” Sidarta cresceu sem saber que vivia num ambiente confinado e controlado. A sua percepção gradual desta prisão é um símbolo do primeiro passo na evolução: nós também devemos compreender a nossa falta de consciência e a possibilidade de alcançar a consciência, nosso conhecimento condicionado e a possibilidade de adquirir um conhecimento mais preciso, nossa escravidão à moralidade e a necessidade de despertar uma consciência moral.

Judaísmo e cristianismo

O segundo nível na pirâmide é baseado na história bíblica da criação. A criação é vista como uma expressão alegórica da criação do microcosmos homem. “Faça-se a luz” representa a luz da auto-observação, “separar a luz das trevas” representa separar o verdadeiro do falso dentro de nós, dar nome aos objetos da criação representa classificar os muitos hábitos que observamos em nós mesmos, baseado no cérebro do qual eles se originam. A natureza nos criou seres incompletos, cosmos incompletos, e nos abandona para que nós nos desenvolvamos a partir dos nossos próprios esforços. A descrição bíblica da criação representa uma alegoria do que nós devemos alcançar na prática.

Hinduísmo

Os três últimos níveis da pirâmide estão baseados no mito da “Agitação do Oceano de Leite”. Neste mito, Vishnu gira uma serpente gigante ao redor do monte Mandara e instrui os devas e os asuras para que puxem os extremos desta serpente, de maneira que usam esta montanha como uma vara para agitar o oceano de leite. Estes hábitos que observamos no segundo nível agora representam o papel dos asuras, e são contrabalançados pelas disciplinas que criamos através do trabalho. Esta luta interna desenvolve a nossa vontade, e gera a energia necessária para a transformação – a transformação da nossa identidade de pensamentos, emoções e impulsos fragmentados que habitam a nossa psicologia em uma consciência permanente que é capaz de “Ser”.

Autores do século XX falando de Escolas do Quarto Caminho

As escolas do Quarto Caminho exigem compreensão antes de qualquer coisa. Os resultados dos esforços são sempre proporcionais à compreensão.

George Ivanovich Gurdjieff

Um centro magnético que leva uma pessoa à uma escola iogue ou a um monastério é diferente do centro magnético que leva uma pessoa a um grupo que possivelmente pode conduzir a uma escola do Quarto Caminho. Com esse tipo de centro magnético uma pessoa não seria capaz de trabalhar aqui: ela não teria iniciativa suficiente. No caminho religioso as pessoas devem obedecer. Neste caminho elas devem ter mentes mais amplas, elas devem entender.

Peter Demianovich Ouspensky

As escolas do quarto caminho existiram e existem, assim como as escolas dos três caminhos tradicionais existiram e existem. Mas elas são muito mais difíceis de detectar pois — ao contrário das outras — elas não podem ser reconhecidas por nenhuma prática, nenhum método, nenhuma tarefa ou nenhum nome.

Rodney Collin Smith

O quarto caminho nunca está sem algum tipo de trabalho com um significado definido, nunca está sem algum empreendimento ao redor do qual e em relação com o qual ele pode existir. Quando este trabalho é terminado… o quarto caminho desaparece do local dado, desaparece de sua forma, talvez continuando em outro lugar com outra forma. Escolas do quarto caminho existem para as necessidades do trabalho que está sendo realizado em relação ao empreendimento proposto. Elas nunca existem por si mesmas como escolas com o propósito de educação e instrução.

George Ivanovich Gurdjieff

O Quarto Caminho deve sempre estar relacionado às diversas circunstâncias da vida e nunca pode se tornar fixo e costumeiro. Repentinamente, pode ser necessário alterar todo o esquema externo das coisas.

Maurice Nicoll

O trabalho das escolas do quarto caminho pode ter muitas formas e muitos significados… Quanto mais rápido um homem percebe o objetivo do trabalho que está sendo executado, mais rápido ele pode se tornar útil para o trabalho e mais ele será capaz de obter do trabalho para si mesmo.

George Ivanovich Gurdjieff

Gurdjieff definiu ‘escolas’ como organizações que existem com o propósito de transmitir ao ‘Círculo Externo’ – isto é, as pessoas ordinárias – o conhecimento e poderes que se originam no ‘Círculo Interno’... O Quarto Caminho não teria nenhum significado se não existisse um ‘Círculo Interno’ para o qual ele conduz.

John Godolphin Bennett

Uma organização que pode ser chamada uma ‘escola’ do Quarto Caminho é uma organização que introduz três forças no seu trabalho.

Peter Demianovich Ouspensky

Nas escolas do Quarto Caminho foi descoberto que as melhores condições para o estudo e o trabalho em si mesmo são as condições da vida ordinária do homem, pois de um ponto de vista estas condições são as mais fáceis e por um outro ponto de vistas elas são as mais difíceis.

Peter Demianovich Ouspensky

Um estudante do Quarto Caminho trabalha no meio da vida, está rodeado por todos os infortúnios da vida, e eventualmente a vida se torna seu mestre.

Maurice Nicoll