O que você traz à mesa?

O fazendeiro ao longo do ano cultivou sua terra e agora tem uma mesa farta para apreciar. Nós mesma forma cultivamos nosso mundo interior e agora podemos apreciar o resultado do suor, dos esforços. Neste workshop vamos revisitar alguns dos trabalhos realizados ao longo desses doze meses a fim de verificarmos o que adquirimos, o que pudemos colher? Após a reunião, os estudantes compartilharão seus comentários em um almoço na cidade de São Paulo. Um brinde!

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A Arte de Encapsular

A área cultivada do fazendeiro é a terra; nossa área é o tempo. Um fazendeiro preenche sua terra com sementes individuais; nós preenchemos nosso tempo com esforços individuais. Uma semente encapsula a essência de sua progenitora em uma pequena e durável abreviação que pode regenerar sua planta-mãe. Como encapsulamos nossas colheitas internas em abreviações pequenas e duráveis ​​que podem ser lembradas em caso de necessidade? Neste workshop, examinaremos a teoria por trás do encapsulamento de nossas verificações em comandos monossilábicos. 

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Impressões de Paris

Vamos compartilhar os destaques do encontro do BePeriod em Paris da semana passada. Apresentarei alguns dos locais e objetos de arte notáveis que visitamos e convidaremos os alunos que compareceram para expressar suas verificações relacionadas.

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Identificação

A colheita da uva simboliza o trabalho nas emoções. Durante este mês, observaremos como nosso coração funciona naturalmente. Aqui encontramos alguns dos maiores vazamentos de energia e as raízes de muitos dos nossos padrões habituais. Vamos concentrar o nosso primeiro workshop de setembro em um desses vazamentos, ou seja, “identificação”. Apresentaremos a teoria por trás dessa manifestação e estabeleceremos a base para observá-la na prática.

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Os Centros e suas Partes

Neste workshop, revisaremos como os centros inferiores governam nossa psicologia e como eles se dividem em partes (Valetes, Damas e Reis). Assim como cada um de nós nasce com uma mão esquerda ou direita dominante, um olho dominante, uma orelha, um pé, etc. cada um de nós nasce com uma parte do centro dominante. Isso é chamado de centro de gravidade, no sentido de que gravitamos em direção a ele, o usamos mais que outras partes, ou acreditamos mais nos “eu”s por ele gerados.

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Atrelando a mente à consciência

“A consciência não é pensamento”, diz Peter Ouspensky. “Você usa o pensamento apenas para dar um empurrão, e então ele começa a se mover nessa direção, e você se torna consciente sem pensar”. Vamos dedicar este workshop para explorar como nosso pensamento pode nos aproximar das margens da consciência e o que pode significar reconstruir nosso pensamento para gerar consciência. Tomando emprestado da analogia hindu do cavalo, da carruagem, do cocheiro e do mestre, como podemos atrelar o cocheiro ao mestre?

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Governando o Centro Motor

“O centro motor tem muitas funções úteis e inúteis”, diz Peter Ouspensky. “Achamos que o lado intelectual e emocional é mais importante, mas na verdade a maior parte de nossa vida é controlada pelas mentes instintiva e motora.”

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Movimento Mecânico e Consciente

“O centro motor tem muitas funções úteis e inúteis”, diz Peter Ouspensky. “Achamos que o lado intelectual e emocional é mais importante, mas na verdade a maior parte de nossa vida é controlada pelas mentes instintiva e motora.”

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Identificação

“A identificação é o obstáculo principal à lembrança de si. Um homem que se identifica é incapaz de lembrar-se de si mesmo. Para lembrar-se de si mesmo é necessário, em primeiro lugar, não se identificar” (George Gurdjieff) Neste encontro usaremos o mito da Tentação de Adão e Eva, narrado no livro de Gênesis, como uma representação da nossa imersão no estado de identificação. Veremos como a perda do paraíso simboliza a perda no homem da consciência.

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