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Nosso trabalho durante o mês de janeiro foi definir metas. Isso nos forçou a nos observar e nos levou a explorar nossos traços principais. O que resta para o trabalho de janeiro é nomear o traço que observamos de uma maneira pessoal, uma que o caracteriza sem julgamento. Ao nomear separamos a mente da identificação, abrindo a porta para uma separação mais profunda. Aqui estão algumas citações instrutivas:

Gurdjieff foi muito engenhoso na definição dos traços. Eu percebi nessa ocasião que não é possível definir o traço principal de todos. Em algumas pessoas esse traço pode estar tão escondido sob diferentes manifestações formais que é quase impossível de encontrar.

Aqueles que o rodeiam vêem o traço principal de um homem, por mais escondido que ele esteja. É claro que nem sempre eles podem defini-lo, mas suas definições são muitas vezes muito boas e muito próximas. Pense nos apelidos, eles algumas vezes definem o traço principal muito bem.

Um traço muito comum, descrito em muitos lugares no Novo Testamento, é quando vemos as faltas de outras pessoas mas não as nossas. Há também certas formas de auto-piedade muito comuns, e tem também certas combinações curiosas para as quais às vezes é difícil encontrar uma definição psicológica.