Emoções Negativas


O centro emocional é o mais rápido dos quatro centros inferiores. Isso significa que o controle das emoções é a última barreira antes de penetrar completamente no momento. Aumentamos a nossa capacidade de controlar as emoções, resistindo a expressão da negatividade. Este vídeo tutorial explora o esforço da não expressão e explica o seu papel central na transformação da nossa identidade dos muitos ‘Eu’s para o verdadeiro ‘Eu’.

Os Quatro Centros Inferiores (Parte I)


Assim como a fotossíntese aumenta a produção de energia em uma planta, a lembrança de si aumenta a produção de energia no microcosmo. Isto significa que depois de uma série de esforços bem sucedidos temos mais energia à nossa disposição. Esta energia é volátil e vai procurar uma maneira de vazar. “Se nós não pararmos esses vazamentos” aconselha Peter Ouspensky, “o aumento da produção somente irá aumentar os vazamentos”. Portanto, no contexto do Trabalho de Abril de focar nos esforços bem sucedidos, vamos dedicar esta próxima semana a observar e parar vazamentos.

Que vazamentos habituais você consegue observar em si mesmo?

Conhecimento e Ser


Durante o trabalho de fevereiro, nós experimentamos com o uso dos nossos hábitos mais profundos como combustível para a observação de si. Para isso, precisamos usar a inteligência, ao invés de esforços vigorosos. Quando nosso entendimento de nós mesmos se aprofunda, o mesmo acontece com nossa habilidade de realizar esses esforços inteligentes.

A compreensão é o resultado do crescimento simultâneo do conhecimento e do ser. A exploração do príncipe Sidarta fora de seu castelo representa esse processo, em que o príncipe testemunha por primeira vez coisas novas (ser) e depois recebe a explicação do seu significado do seu cocheiro (conhecimento). Neste tutorial, nós aplicamos este princípio ao trabalho com a negatividade.

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Separação e Nomeação


Nosso trabalho durante o mês de janeiro foi definir metas. Isso nos forçou a nos observar e nos levou a explorar nossos traços principais. O que resta para o trabalho de janeiro é nomear o traço que observamos de uma maneira pessoal, uma que o caracteriza sem julgamento. Ao nomear separamos a mente da identificação, abrindo a porta para uma separação mais profunda. Aqui estão algumas citações instrutivas:

Gurdjieff foi muito engenhoso na definição dos traços. Eu percebi nessa ocasião que não é possível definir o traço principal de todos. Em algumas pessoas esse traço pode estar tão escondido sob diferentes manifestações formais que é quase impossível de encontrar.

Peter Ouspensky

Aqueles que o rodeiam vêem o traço principal de um homem, por mais escondido que ele esteja. É claro que nem sempre eles podem defini-lo, mas suas definições são muitas vezes muito boas e muito próximas. Pense nos apelidos, eles algumas vezes definem o traço principal muito bem.

George Gurdjieff

Um traço muito comum, descrito em muitos lugares no Novo Testamento, é quando vemos as faltas de outras pessoas mas não as nossas. Há também certas formas de auto-piedade muito comuns, e tem também certas combinações curiosas para as quais às vezes é difícil encontrar uma definição psicológica.

Peter Ouspensky

A auto-observação


Nós nos tornamos responsáveis pelo que vemos. No momento em que testemunho a manifestação do meu sono, minha consciência não pode permanecer clara sem minha tentativa de trabalhar nessa manifestação. Portanto, as metas enraizadas na auto-observação são acompanhadas pelo desejo de mudança, um combustível indispensável para o esforço. Este tutorial explora a auto-observação como um raio de luz direcionado para dentro de mim, uma luz que pode então se propagar para trás para me mostrar como eu estava um momento antes de eu acordar.

Coração e Mente


Este tutorial nos convida a uma observação sincera de nossos esforços. As circunstâncias dentro e fora de nós mudam continuamente; assim deve ser com nossos esforços. A cada mudança, uma nova chave deve ser encontrada para um novo cadeado. A mente (o centro intelectual) é responsável por encontrar a chave, o coração (o centro emocional) por gerar a força por trás de seu uso.

>Você consegue observar momentos em que sua mente sabe qual é o esforço certo, mas seu coração não tem o desejo de fazer esse esforço? Você consegue observar momentos em que seu coração tem o desejo de fazer um esforço, mas sua mente não consegue encontrar a chave certa? E você consegue observar momentos onde o coração e a mente se unem, resultando em um estado mais elevado?

Grupos difíceis de “Eus”


As vias através das quais estamos acostumados a expelir a energia sexual formam os nossos “hábitos”. Eles são os “Eus” alimentados por uma energia muito forte, o que significa que eles vêm com um sentido mais forte de identidade, um sentido forte do “Eu”. Em outras palavras, do ponto de vista do nosso objetivo de evitar a Identificação e “Ser”, estes são grupos particularmente difíceis de “Eus”.

Desvio


Mara seduz Sidarta, assim como a serpente do Gênesis seduz Adão e Eva. Como a serpente, Mara usa a sutileza. Ele lista as riquezas terrenas que Sidarta está prestes a renunciar tolamente. A lição deste episódio está na sincronia do momento: Mara aparece apenas quando Sidarta renuncia as riquezas terrenas. A serpente aparece apenas quando Deus ordena evitar o fruto proibido. Este elemento sutil que engana aparece apenas quando a nossa parte superior formula um objetivo, nos ensinando que os esforços do Ser Superior evocam resistência do ser inferior; objetivo atrai desvio.

Pequenos Objetivos


No tutorial sobre “Consciência”, listamos os três parâmetros pelos quais a consciência pode ser medida: frequência, duração e profundidade. No tutorial sobre “Os muitos ‘Eus’”, estudamos a nossa multiplicidade, e criamos choques externos para lembrar-nos de Ser, aumentando assim a frequência. No tutorial sobre a “Auto-Observação”, adicionamos o elemento de observar a nós mesmos a cada momento em que nos lembramos de “Ser”, adicionando dessa maneira profundidade. Neste tutorial vamos adicionar duração. Vamos tentar prolongar a consciência concentrando-nos em uma pequena unidade de tempo e aumentando a frequência até que as muitas faíscas se unam em uma única chama. Vamos nos basear no mito Hindu da Agitação do Oceano Lácteo como sendo uma descrição de como a duração pode ser alcançada resistindo aos hábitos. E vamos definir objetivos específicos para resistir aos hábitos que observamos na semana passada.

Transformação


A verdadeira identidade não está nem na disciplina de Buda, nem no exército de Mara; nem nos deuses nem nos demônios; nem na afirmação nem na negação. A verdadeira identidade reside na parte que testemunha a luta. Nós somos o que observa, não o que observamos. Uma vez que você verifica que a luta com os muitos “Eus” não dura indefinidamente, que a sua persistência traz você a um ponto de combustão, então você verificou o princípio da Transformação.

Seres Superior e Inferior


À medida que verificamos as funções dos nosso Micro-cosmo, começamos a examinar cada uma delas a partir do ponto de vista da consciência. Quais das nossas funções podem ajudar o nosso objetivo de “Ser”, quais são indiferentes a ele, e quais se opõem a ele? Neste tutorial vamos explorar esta questão. Vamos nos basear na criação do homem na basílica de San Marco a partir do pó e do espírito, o pó representando sua parte terrestre e o espírito sua parte superior; observaremos que a luta para “Ser” é uma luta entre o ser superior e o ser inferior do homem.

O Mestre


Para onde este trabalho nos leva? O que aconteceria se conseguíssemos prolongar nossos esforços para “Ser”, de forma que a nossa consciência se tornasse uma chama constante? Se ficássemos conscientes com mais consistência, então teríamos acesso a duas novas funções chamadas “centro emocional superior” e “centro intelectual superior”. Estes centros não são funções comuns como as funções emocional, intelectual ou motora. Eles são aspectos do Mestre. Neste tutorial, vamos examinar estas duas funções. Vamos nos basear na cena do Evangelho onde Maria encontra Jesus no jardim, para ver como a tentação do Gênesis é revertida, e o Paraíso recuperado. Vamos usar esse entendimento para colocar nossos esforços diários em um contexto maior. Vamos fazer esforços momento-a-momento para resistir à pressa, resistir à expressão de negatividade, resistir a entregar-se à imaginação, com a finalidade maior de nos conectarmos com o Mestre.

Os Quatro Centros Inferiores (Parte II – Partes dos Centros & Atenção)


No primeiro tutorial sobre os quatro centros inferiores, apresentamos o Micro-cosmo como tendo quatro cérebros que controlam todas as suas funções normais. Neste tutorial, iremos mais fundo em cada centro e examinaremos as suas partes com base no nível de atenção com o qual elas trabalham. Como uma ajuda visual, vamos usar um baralho comum e atribuiremos os quatro naipes a cada um dos quatro centros inferiores. Em cada naipe, os Valetes, as Damas e os Reis designarão cada parte desse centro. Vamos ver como, para funcionar adequadamente, as partes de um centro devem colaborar. E vamos terminar com o objetivo de observar em nós mesmos as diferentes partes dos nossos quatro centros inferiores.

Os Quatro Centros Inferiores (Parte I)


Este ensinamento divide nossos pensamentos, emoções, movimentos e sensações em quatro grupos bem definidos, cada um dos quais é controlado por uma mente separada ou “centro”. Neste tutorial, vamos explorar esses quatro centros, a sua localização no micro-cosmo, suas peculiaridades e sua velocidade de ação. Vamos sobrepor esses centros na imagem do Juízo Final, como retratado em um ícone russo, para ver como eles se relacionam com o nosso objetivo de “Ser”, e entender como o Corpo Físico se relaciona com o Corpo Astral. E vamos usar nosso novo conhecimento do nosso micro-cosmo para observar os muitos “Eus” de forma mais inteligente, separando-os do “Eu” real, atribuindo-os a cada um dos Quatro Centros Inferiores.

Atitude Positiva


Há um paradoxo neste trabalho: quando eu estou em um estado superior de consciência eu sei exatamente o que devo fazer para “Ser”, mas eu não preciso deste conhecimento porque eu já “Sou”. Quando eu estou em um estado de consciência inferior, eu esqueço o que eu devo fazer para “Ser”, precisamente quando esse conhecimento seria mais benéfico para mim. Neste tutorial, vamos explorar o papel das atitudes para construir uma ponte entre esses dois extremos, uma maneira de manter alguns resquícios dos meus entendimentos superiores mesmo quando a minha consciência diminui. Vamos nos basear na história bíblica de Moisés descendo do Monte Sinai com as tábuas, como uma alegoria de manter alguma coisa conosco quando descemos de um estado superior. E vamos definir um objetivo para aplicar estes métodos ao longo da semana, indo contra as atitudes erradas das emoções negativas através da aplicação de atitudes positivas.

Separação e Nomeação


Nós mordemos a tentação do momento. Nossas mentes, nossos corpos e nossos corações se empolgam e lançam nosso microcosmo no caos. Chamamos este estado de identificação, porque é caracterizado por um sentido deslocado da identidade, ao chamarmos erroneamente o impulso do momento de “Eu”. Mas o caminho para baixo é o mesmo do caminho de volta para cima, e são os mesmos três cérebros, a Mente, o Corpo e o Coração, que são os meios pelos quais a ordem pode ser restaurada no microcosmos. Neste tutorial, vamos experimentar reverter a queda na identificação. Vamos voltar para a Basílica de San Marco, em Veneza e examinar um episódio pouco conhecido da criação do Gênesis que é fundamental neste processo, que é a cena do Adão dando nomes aos animais. E vamos definir um exercício de nomear a tentação do momento, durante o maior número possível de momentos do nosso dia, separando nossa Mente da identificação, através da nomeação.

Micro-cosmos


O que é um cosmos? Por que um ser humano pode ser considerado um cosmos? E quais são as implicações desta condição especial? Neste tutorial veremos que uma das implicações importantes desta condição é o que podemos aprender vendo a nós mesmos refletidos em outros cosmos. Isto nos lembra um antigo ditado que diz “O que está em cima é como o que está embaixo” e “O que está dentro é como o que está fora”. Vamos nos basear na criação bíblica do homem como foi representada nos mosaicos de San Marco em Veneza e destacar uma nuança particular na criação que é muitas vezes deixada de lado. Também vamos definir um objetivo para a semana para aprender mais sobre nós mesmos através do estudo do comportamento dos outros vendo a nós mesmos refletidos em outros micro-cosmos.

Emoções Negativas


Qual é a transformação para a qual este ensinamento nos leva? O que realmente acontece quando eu chego ao topo da pirâmide? No tutorial sobre “Conhecimento e Ser” examinamos como devemos aprender passo a passo, um passo de conhecimento seguido por um passo de verificação, e aplicamos esse princípio para observar as emoções negativas. No tutorial sobre “Pagamento e Esforço” examinamos as atitudes erradas por trás das emoções negativas e experimentamos sacrificá-las. No tutorial sobre “Atitude Positiva” examinamos como os nossos momentos mais elevados de consciência podem formar novas atitudes, atitudes estas que podem permanecer quando nossa consciência diminuir. Auto estudo, sacrificar atitudes erradas e criar novas atitudes, estes são aspectos fundamentais ao trabalhar com negatividade. Mas qual é o objetivo final por trás da não-expressão das emoções negativas? Neste tutorial, vamos explorar esse objetivo. Vamos nos basear no mito Hindu da “Agitação do Oceano Lácteo” especificamente a base da agitação, onde Vishnu encarna na forma de uma tartaruga para apoiar o Monte Mandara. E nós vamos usar este mito para transmitir o potencial transformador por detrás da não-expressão das emoções negativas.

Pagamento e Esforço


No Quarto Caminho, o conhecimento vai de mãos dadas com a verificação. O conhecimento pode ser dado, mas a verificação só é obtida por meio de pagamento. Neste tutorial, vamos nos aprofundar no princípio do pagamento; vamos incorporá-lo na não-expressão de emoções negativas; e considerar o esforço da não-expressão de emoções negativas como forma de pagamento. Vamos nos basear na história bíblica da hospitalidade de Abraão, uma expressão simbólica da necessidade de sacrifício para receber o presente em seus próprios termos. E veremos que resistir a expressão de emoções negativas é um pagamento fundamental neste trabalho.

Conhecimento e Ser


Neste tutorial, vamos examinar o papel do conhecimento neste ensinamento. O conhecimento deve ir de mãos dadas com a experiência direta se for nos ajudar a escalar a pirâmide.Vamos nos basear na estória do príncipe Siddhartha, que se propõe a explorar o seu entorno e, gradualmente, aprende coisas novas sobre ele. E uma vez que entendamos melhor os papéis do “conhecimento” e do “ser” neste trabalho, podemos aplicar essa compreensão no mundo das nossas emoções.

A auto-observação


Como o aparecimento da luz se manifesta no microcosmo homem? Neste tutorial, vamos usar a imagem dramática do sol nascendo internamente. Vamos olhar para ela como auto-observação, no sentido de dirigir um raio de luz para dentro de nós. Vamos nos basear na Criação da Luz em Gênesis, usando uma representação desse episódio nos mosaicos de San Marco, em Veneza. Vamos ver por que nosso esforço para Ser deve incluir um elemento de auto-observação. E vamos definir um exercício semanal para introduzir a auto-observação para os nossos esforços momento a momento.

Os Muitos “Eus”


No tutorial anterior, estabelecemos o objetivo de aumentar a frequência de nossa consciência, alterando o tom de chamada de nosso telefone, e usando isso como um lembrete para “Ser”. Mas por que precisamos de lembretes externos? Por que não podemos lembrar-nos de “Ser” simplesmente porque nós queremos “Ser”? A razão reside na nossa multiplicidade, em nossos muitos “Eus”. Neste tutorial, vamos examinar nosso campo psicológico como uma multiplicidade. Vamos sobrepô-lo a uma pintura de Jesus pregando às multidões, de Jan Bruegel. E vamos explorar como manter o objetivo apesar da nossa falta de unidade.

Consciência


O blog da semana passada sobre “dando um presente para a consciência” nos traz de volta para a base deste ensino. A pirâmide do “Ser” visa à mudança na consciência. Nós só alteramos as funções na medida em que elas afetam a consciência. Para isso, devemos estabelecer a diferença entre consciência e funções, e este é o objetivo do tutorial desta semana. Ele descreve os três parâmetros pelos quais a consciência é medida: frequência, duração e profundidade. E estabelece o objetivo de aumentar a frequência de nossa consciência usando o tom de chamada do nosso telefone como um despertador para nos lembrar de “Ser”.

Os Hábitos no Centro Instintivo


Como podemos encontrar o meio-termo ao satisfazer as necessidades do corpo sem se tornar seu escravo? Encontrar esse “meio-termo” está relacionado com o trabalho no cérebro responsável pelo bem-estar do corpo, o centro instintivo. Além disso, uma vez que as necessidades do corpo são recorrentes, satisfazê-las é habitual. Para manter a consciência enquanto cuidamos das nossas necessidades do nosso corpo, teremos que desenvolver disciplinas em torno dos Hábitos no nosso Centro Instintivo.

Identificação


Se eu não posso ver os pensamentos, sensações e emoções deste momento como uma pequena parte de mim, como algo separado do resto de mim mesmo, então eles se tornam tudo em mim, e eu entro em um estado que neste ensinamento é chamado de identificação. Neste tutorial, vamos examinar este estado. Vamos nos basear na história do Gênesis sobre a queda do Paraíso, como uma representação simbólica de como, por negligência, o coração e a mente cessam em refletir Deus, e caem na identificação. Vamos usar a representação de Cranach sobre esta cena, e nos concentrarmos em uma interpretação singular que ele acrescenta à história bíblica. E vamos definir um objetivo para a semana, de observar, da melhor forma que pudermos, e resistir cair no estado de identificação.

Coração e Mente


Cada momento é um cadeado que tem uma chave. Primeiro, eu preciso lembrar o meu objetivo de “Ser”. Isto, por si mesmo, é difícil, porque eu não sou unificado, eu esqueço. Mas, mesmo assim, quando eu me lembro, restam mais dois elementos que determinam se eu posso abrir o momento: Posso achar o esforço certo para este momento? E posso encontrar a força necessária para fazer esse esforço? Neste tutorial, vamos explorar estes dois elementos. Vamos nos basear em uma representação de Deus criando o homem à sua imagem feita por Lucas Cranach e ver como esses dois elementos são retratados neste episódio bíblico. E nós vamos definir um objetivo semanal que nos ajudará a observar estes dois elementos em nossos esforços de “Ser” a cada momento, um objetivo que nos tornará mais familiarizados intimamente com nossos corações e nossas mentes.

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