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Qual o seu presente para a consciência?

Perguntaram ao Oupensky: “Todos podem seguir pelo Quarto Caminho?” e ele respondeu: “Não, porque é preciso compreensão e esforços. A pessoa deve estar preparada para fazer esforços”. Neste workshop vamos fazer um paralelo entre os nossos esforços para ficarmos conscientes e os esforços feitos pelos três reis magos para visitarem o recém-nascido Jesus.

Aceitando o Presente

“Ser” sempre requer separar-se da nossa expectativa do momento e aceitar o presente como ele é. Neste workshop nos aprofundamos na natureza desse esforço, sobrepondo-o à história da Hospitalidade de Abraão. “Na verdade, as pessoas têm que sacrificar apenas o que imaginam ter e que, na realidade, elas não têm”, diz George Gurdjieff, “Elas devem sacrificar suas fantasias”.

Centro de gravidade

Continuando o trabalho de abril, usamos a analogia da carruagem, do motorista e dos cavalos para observar os quatro centros inferiores durante o dia; agora é a hora de compartilhar nossas observações e localizar nosso “centro de gravidade”, a parte mais predominante em nossa psicologia. A definição do dicionário de “centro de gravidade” é “um ponto a partir do qual o peso de um corpo ou sistema pode ser considerado para agir”, o que significa que é o ponto a partir do qual é mais fácil mover um objeto. Neste workshop, usaremos nossas próprias observações e a ajuda de nossos amigos para descobrir nosso centro de gravidade, para que possamos nos mover com mais rapidez e eficiência em nosso trabalho.

Partes dos centros

O trabalho de abril nos convidou a dividir nosso dia em unidades menores de tempo e examinar quais momentos eram regularmente desperdiçados no sono. Outra maneira de abordar nossa “área cultivada” é dividi-la em centros e partes de centros. Quais partes dos centros habitualmente nos fazem dormir? Neste workshop tentamos responder a essa questão aprimorando nossa compreensão dos quatro centros inferiores e suas subdivisões.

Absorvendo impressões

A fotossíntese transforma luz em energia celular. Da mesma forma as impressões podem ser transformadas em consciência. Nesse workshop vamos explorar as observações dos membros da comunidade sobre o exercício do olhar. Veremos que ele serve como uma ferramenta para interromper a atividade mental e tornar o presente mais interessante que a imaginação.

Consideração interna

Gurdjieff disse: “Um dos tipos mais comuns de identificação é quando nos identificamos com o que os outros pensam sobre nós, como eles nos tratam, qual a atitude que as pessoas mostram em relação a nós… Chamamos isso de ‘consideração interna'”. Neste workshop falaremos sobre a consideração interna, sua origem e sua manifestação. Também analisaremos porque a transformação da consideração interna em consideração externa é fundamental no processo do despertar.

Alimentando a essência

Paralelamente ao estudo do que dificulta o nosso trabalho, também devemos considerar o que o nutre. “O homem de verdade, a individualidade de um homem, só pode crescer a partir de sua essência, pode-se dizer que a individualidade de um homem é sua essência, crescida e amadurecida” diz Gurdjieff. Neste workshop exploraremos a teoria de como a essência pode crescer no verdadeiro “eu” e como transformar essa teoria em prática.

Inspiração

Os trabalhos de setembro e outubro revelam um espectro mais completo do nosso centro emocional e evocan a pergunta: como são geradas as emoções mais profundas? Neste workshop, exploraremos essa questão examinando diferentes versões do Espírito Santo impregnando Maria na estória da Anunciação.

Refinando as emoções – Parte 2

Que emoções acelerariam nosso trabalho se pudéssemos experimentá-los com mais freqüência, de forma mais duradoura e com mais profundidade? Até que formulemos para nós mesmos quais são essas emoções, só as experimentaremos raramente e por acidente. Neste workshop continuaremos mapeando o vasto espectro de emoções que o nosso centro emocional é capaz de gerar e exploraremos o que pode significar experimentar essas emoções intencionalmente.

Refinando as emoções

Que emoções acelerariam nosso trabalho se pudéssemos experimentá-los com mais freqüência, de forma mais duradoura e com mais profundidade? Até que formulemos para nós mesmos quais são essas emoções, só as experimentaremos raramente e por acidente. Neste workshop vamos mapear o largo espectro de emoções que o nosso centro emocional é capaz de gerar e começaremos a explorar o que pode significar experimentar essas emoções intencionalmente.